Em Nome do Jogo

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MINISTÉRIO DA CULTURA e BANCO VOLKSWAGEN apresentam “Em Nome do Jogo”, com Marcos Caruso e Erom Cordeiro Concepção e Direção Geral de Gustavo Paso

Escrito em 1970 por Anthony Shaffer o texto se mantém atual por mais de quatro décadas. Sucesso de público em diversos países, a versão brasileira tem tradução de Marcos Daud e adaptação de Marcos Caruso e Gustavo Paso, este também diretor da peça.

No palco, Marcos Caruso vive Andrew Wyke, um escritor de romances policiais bem sucedidos que adora jogos e teatro. Andrew convida o amante de sua esposa, Milo Tindolini, interpretado por Erom Cordeiro, para um encontro. A partir daí, uma batalha de gênios é desencadeada, com potencialidade para resultados inesperados, pois ambos estão dispostos a tudo em nome de do jogo.

Quando o espetáculo estreou nos Estados Unidos, o crítico do New York Times escreveu: “Essa é simplesmente a melhor peça policial que eu assisti em toda a minha vida”. Pouco antes de morrer, o autor Anthony Shaffer declarou sua felicidade com as notícias acerca do sucesso da peça.”Hoje é um dia especial, meus agentes me disseram que desde que estreou em 1970, Sleuth (nome originou do texto) ficou em cartaz, em algum teatro do mundo, todos os dias do ano, por 30 anos seguidos.”

Para Gustavo Paso, idealizador e diretor deste projeto teatral, que levou três anos para chegar aos palcos cariocas e permaneceu em cartaz por 1 ano sem patrocínio algum para sua manutenção, a peça tem em sua construção dramatúrgica o que há de melhor nos romances de suspense. “O espetáculo é uma sucessão de jogos entre os dois personagens, e que nem sempre sabemos quem realmente está no domínio.”

Em nome do jogo alcançou mais de 45 mil espectadores somente no Rio de Janeiro

A história começa exatamente no momento em que Milo Tindolini entra na casa de Andrew Wyke, um homem de grande vaidade e que gosta de criar jogos para experimentar suas tramas de suspense e mistério. Para Andrew, a vida é um jogo. A cada instante que a conversa entre os dois se desenvolve, o público começa a desvendar o real motivo do convite. Andrew não quer mais ficar casado com Marguerite, até porque ele também mantém um romance extraconjugal. Porém, não quer ceder em relação ao divorcio, o que comprometeria metade de seus bens.

Aproveitando-se que a situação financeira de Milo é frágil e que Marguerite é uma mulher extravagante e de gostos caros, Andrey convence Milo a executar o plano perfeito: roubar as jóias de Marguerite do cofre particular da família, avaliadas pela seguradora em mais de R$ 6 milhões, os títulos de propriedade, contato com receptador, disfarce para não ser reconhecido pelas câmeras de segurança e, finalmente, provas de que tudo que se passou naquela noite foi um simples assalto. Assim, Milo ficaria com as jóias para repassar ao tal receptador, e Andrew receberia o dinheiro do seguro, além de se livrar de sua esposa. Entretanto, tudo não passa de mais um dos jogos de Andrew Wyke. Logo após o roubo, Andrew surpreende Milo com

uma arma, revelando a vingança, pois ainda ama sua mulher e não irá perdê-la para um cabeleireiro italiano sem classe. Milo pede em vão para ser poupado, mas acaba executado.

Passados três dias, o detetive Doppler começa a investigar a morte de Milo Tindolini. O jogo começa, então, a tomar outras proporções jamais esperadas, e que por motivos históricos, de que um texto de suspense policial se mantém por meio de seus mistérios, o desenrolar desse enredo que mobilizou todos os países por onde passou, só é revelado nos palcos.

A história teve duas versões cinematográficas em 1972, com os astros Laurence Olivier e Michael Caine, e foi indicada para inúmeros prêmios em todo o mundo. Em 2005 um roteiro adaptado foi requisitado pelo diretor inglês Kenneth Branagh num remake por Harold Pinter, tendo Jude Law e Michael Caine, no papel de Andrew Wyke e Milo Tindolini como intérpretes.

FICHA TÉCNICA:
Elenco: MARCOS CARUSO E EROM CORDEIRO
Texto: ANTHONY SHAFFER
Tradução: MARCOS DAUD
Adaptação: MARCOS CARUSO, GUSTAVO PASO
Direção: GUSTAVO PASO com Co-direção FERNANDO PHILBERT
Concepção e Direção Geral: GUSTAVO PASO
Assistente de Produção: THALITA VAZ
Administração da temporada: JUNIOR GODIM
Iluminação: PAULO CESAR MEDEIROS
Trilha Sonora: CAIQUE BOTKAY
Cenário: GUSTAVO PASO, CARLA BERRI e ANA PAULA CARDOSO
Concepção Visual: GUSTAVO PASO
Figurino e Adereços: TECA FICHINSKI
Assessoria de Imprensa: ALESSANDRA COSTA
Diretora de Produção: LUCIANA FÁVERO
Realização: PASO D’ARTE e CIATEATRO EPIGENIA

SERVIÇOS:
Temporada de 05 de abril a 30 de junho
Classificação : 14 anos
Duração 1 hora e 30 minutos
Lotação: 271 lugares
Gênero: Suspense

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